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Archive for agosto \23\UTC 2011

Relatório de Jogo: Rise of the Runelords 21.08.2011 (Sins of the Saviors parte 2)

agosto 23, 2011 2 comentários

Finalmente retomamos nosso jogo de Rise of the Runelords, mas mesmo faltando mais da metade do grupo e sendo uma sessão curta (já que ficamos uma boa parte do tempo esperando um jogador que acabou não aparecendo) foi um jogo divertido.

The road so far: 

Após dissiparem os exércitos de gigantes prontos a dizimar Varisia, os exterminadores de templos malignos ganham acesso a misteriosa biblioteca da torre negra que guardava segredos da antiga Thassilon. Lá eles descobrem a existência da forja rúnica, um local que poderia conter segredos mágicos capazes de impedir o retorno do lorde rúnico da avareza, Karzoug. Após obterem a localização da Forja Rúnica de Xaliasa (o traidor de Karzoug que os gigantes tentavam localizar durante a invasão a Sandpoint), o grupo de hérois utiliza magia para irem até o distante norte na margem do lago Stormunder.

Os Exterminadores de Templos Malignos: 

  • Gorchak (Humano Kellid Inquisidor de Gorum): Um rustico homem do norte, numa missão para impedir a guerra que acabaria com todas as guerras.
  • Kyron (Humano Garund Clérigo de Sarenrae): Um sábio homem do distante oeste, numa missão para proteger os inocentes de Varisia.
  • Meirisiel [Aposentada] (Elfa Abandonada Ladina): Um excêntrica elfa, numa missão de se divertir e ganhar muito ouro ao mesmo tempo.
  • Moonshadow (Humano Chelish Ladino/Dançarino das Sombras): Um misterioso homem da capital, numa missão que só ele sabe.
  • Seoni (Humana Varisiana Feiticeira): Uma modesta bela mulher de Varisia, numa missão de enfrentar o mal onde ele se mostrar.
  • Valeros (Humano Andorano Guerreiro Móvel): Um valente homem do sul, numa missão de libertar Varisia do mal e depois ir num bar contar essa história para muitas mulheres.
  • Vincent Fletcher (Humano Ulfen/Varisiano Bardo/Pathfinder Delver): Um estudioso homem do mundo, numa missão de desvendar os segredos do império Thassiloniano.
Os Pecados dos Salvadores – Eventos do jogo
  • O grupo explora as margens do lago vulcânico em meio a paisagem congelada no alto de uma montanha. Seguindo o poema obtido com Xaliasa eles encontram um circulo de pedras numa colina e esperam o entardecer.
  • Seoni, Valeros e Gorchak começam a decifrar o enigma que abre o caminho para a forja rúnica quando são interrompidos pelo dragão branco Arkrhyst que quase os pega de surpresa se não fosse pela percepção aguçada de Vincent.
  • Uma luta dramática se segue. Seoni fica frustrada por não conseguir afetar o dragão branco com seu vasto repertório de magias de fogo. Valeros pula da colina para atacar o dragão com sua espada e ambos se ferem mutualmente, mas o dragão teria vencido se não fosse pela magia de Kyron que protegeu Valeros enquanto Gorchak preparou um ataque devastador que derrubou o dragão.
  • Após o combate, os membros do ETM conseguiram todas as chaves douradas para abrir o caminho para a forja e iniciaram uma longa escalada para o topo da montanha numa escadaria revelada pela conclusão do quebra cabeça arcano Thassiloniano.
  • Quando quase alcançavam o topo, enormes seres elementais da terra surgem das paredes e arremessam Valeros e Gorchak da montanha. Vincent pula atrás de Gorchak salvando-o com sua magia, enquanto Seoni não só salva Valeros como rapidamente elimina as criaturas com uma poderosa corrente de relâmpagos.
  • O topo da montanha revela uma caverna com ilusões que escondiam o caminho, mas o olhar inquisitivo de Gorchak revelou o engodo e ele e seus companheiros encontraram não só o tesouro do dragão como acharam a entrada da forja rúnica.
Distribuição de XP : 
  • Adalton(12): 202.570xp + 10.000xp = 212.570xp
  • Darth Lucas(12):  180.878xp + 20.000xp = 200.878xp
  • Ernesto(12): 156.850xp + 10.000xp = 166.850xp
  • Evelling(13): 212.820xp + 20.000xp = 232.820xp 
  • Hilton(13): 212.820xp + 20.500xp = 232.820xp 
  • Rafael Motta(12): 174.020xp + 20.500xp = 194.520xp
  • Heitor (1): 0xp + 20.000xp = 20.000xp LvL uP !!! Sete vezes !!! (trophie unlocked)
Espólios: (Aura de magia)
  1. Tesouro do Dragão:
    • 39,500 cp
    • 9,410 sp
    • 3,500 gp
    • 250 pp
    • Mixed in with the coins are tapestries, small items of furniture made of precious woods,candelabra, six everburning torches, and several decorative boxes spilling pieces of jewelry worth an additional 16,000 gp in all.
    • Buried in the coins is a quiver of 14 masterwork arrows and two greater dragon slaying arrows
    • a belt of giant strength +4
    • teak box holding a felt cushion with six round depressions each containing a thunderstone
    • an ivory set of lesser bracers of archery
    • a darkwood buckler
    • a chime of opening (5 charges)
    • a cloak of resistance +3
    • a f lametongue bastard sword
    • a masterwork suit of full plate decorated with onyx ravens perched on the shoulders (each raven is worth 200 gp)
    • a suit of +3 half-plate with a wolf motif
    • 6 vials of frozen holy water
    • a pearl of power (1st-level spell)
    • 17 potions of cure light wounds
    • 6 potions of cure moderate wounds
    • 3 potions of cure serious wounds
    • 2 potions of resist energ y 20 (cold)
    • 2 Small +1 mithral shirts
    • a scroll of globe of invulnerability
    • a scroll of heal
    • a scroll of remove blindness/deafness
    • a wand of bear’s endurance (38 charges)
    • a wand of cure light wounds (46 charges)
    • a +1 adamantine warhammer
Observações do mestre: 
A presença de poucos jogadores e o pouco tempo para jogar me desanimaram um pouco a tentar fazer algo com mais conteúdo e mais interpretação. Sendo assim o jogo acabou sendo mais voltado para o combate. Ainda mais que como foi o primeiro jogo com a presença de Heitor (fora da barriga de Eve) as atenções ficaram meio divididas e preferi algo mais light. Mesmo assim gostei do resultado final, até porque sei que dentro da forja rúnica as coisas ficarão mais intensas. Aguardo a oportunidade de continuar o jogo em breve. Obrigado a todos que puderam comparecer. Até a próxima.
EDIT: Esqueci de comentar que finalmente começamos a usar o GameMastery Plot Twist Cards  e os jogadores presentes ganharam suas primeiras cartas no final da sessão. Estou louco para ver no próximo jogo o quê vai acontecer. Sejam criativos !

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Categorias:Relatório de jogo

Resenha –Pathfinder #13—Second Darkness Chapter 1: “Shadow in the Sky” (OGL)

agosto 16, 2011 2 comentários

 

Durante a fase de planejamento da Second Darkness, a Paizo ainda não sabia se ia aderir ou não a quarta edição. Essa incerteza junto com a adição das Set Pieces (falo sobre isso mais a frente) e a confecção do próprio Pathfinder RPG devem ter diluindo os recursos da editora que acabou não conseguindo aparar as arestas soltas desta que prometia ser a mais cinematográfica das adventures paths. Mas mesmo com tantos problemas,  grandes adições foram criadas nas paginas desta campanha, como um aprofundamento maior dos elfos, as darklands (o mundo subterrâneo), o universo em volta de Golarion, e muitas outras pequenas coisas.

Shadow in the Sky por Greg A. Vaughan (spoiler)– {Aventura para 1º ao 3º nível} Uma misteriosa mancha negra aparece nos céus de Riddleport ao mesmo tempo que estranhos fenômenos começam a acontecer ao redor do antigo porto de piratas. Cabe a um novo grupo de heróis unidos pela sorte de descobrir o quê de fato está acontecendo. Como aventura Shadow in the Sky é desencontrada e incompleta, chegando a parecer que ela só é uma parte de uma aventura maior. Talvez a intenção fosse fazer uma aventura sandbox (onde ao invés de ter uma trama linear, existem elementos com os quais os personagens criam suas próprias tramas) ou o autor esperasse que a aventura set piece se encaixasse de outra forma na aventura principal, mas não gostei do resultado final. Contudo isso não quer dizer que como inspiração a aventura não seja boa, apenas esteja preparado para ter que criar alguma coisa muito mais do que qualquer aventura anterior das adventures paths. Um grande ponto positivo da trama é a sensação dos jogadores de que eles são os donos da situação e de estarem construindo algo, as ideias sobre o cassino são muito boas e de um modo geral foi uma ótima história de mafia na fantasia medieval.

A dificuldade mesmo sendo alta para um grupo não otimizado para combate, está muito bem dosada e fácil de controlar. Apesar dos problemas de objetividade (de deixar os personagens muito soltos sem um objetivo claro no começo), ela fornece bastante embasamento para criar elementos que corrijam isso (algo que deveria ser a utilidade maior do set piece, porem a trama do mesmo acaba não funcionando bem para esse objetivo). Porem outro ponto alto da aventura são os NPCs muito interessantes e muito bem caracterizados (o que facilita a importação dos mesmos para outras campanhas), a ilustrações estão todas ótimas (apesar de Wayne Reynolds ter sido creditado pela capa e deixar saudades, as ilustrações de Second Darkness foram feitas por Steve Prescott).

Part one: Cheat the Devil, Take his Gold – Basicamente é a apresentação inicial do cenário, e uma sequencia de eventos feita para colocar os personagens na trilha da aventura. Mesmo existindo muito que é possível dar errado neste começo, pelo menos é fornecido suporte suficiente para colocar a história nos trilhos novamente. A maneira como a aventura lida é bastante interessante e pode dar muitas ideias para mestres conduzirem cenas cinematográficas mesmo em níveis baixíssimos.

Part two: On the Job – Esta é a parte que concentra tudo de errado que existe em ShitS (adoro essa abreviação), a aventura se foca no pano de fundo e deixa o foco principal a cargo do mestre sem um objetivo claro para os personagens perseguirem a curto prazo, algo que quase impossibilita a aventura de ser jogada como esta escrita. As regras de conduzir seu próprio negócio são boas, e os eventos são interessantes, mas faz sentido (principalmente levando-se em conta a maioria dos campaing traits que os personagens acabaram de escolher) que os personagens abandonem a investigação que eles deveriam estar fazendo para se dedicar a isso quando não existe meios de se avançar na mesma. Por isso conclui-se que realmente a aventura foi lançada as pressas, o que é uma pena pois esse detalhe fez a diferença dela se tornar uma aventura tão marcante quanto todas as aventuras iniciais foram.

Devo reconhecer no entanto que se o mestre conseguir remendar esse buraco na aventura, os eventos na sequencia são emocionantes e cheio de camadas e reviravoltas (podendo até serem continuados por um mestre que não queira seguir com as outras aventuras Second Darkness e crie sua própria campanha).

Part three: Hidden Enemies and Unexpected Allies – Aqui a aventura retoma o ritmo, mesmo que a história tome alguns pressupostos sobre as ações dos jogadores, ela deixa bem claro que os personagens podem tomar outras decisões e explica como ambos os eventos podem levar ao mesmo final. Existe uma luta bem dificil aqui, principalmente para grupos que se acham imortais.  Novamente aqui o mestre vai ter de ter jogo de cintura e estudar bastante a cidade e saber modificar a aventura para os gosto dos seus jogadores. Há um grande potencial para uma grande trama politica ou apenas uma luta em larga escala.

Part four: Under the Gold Goblin – A aventura se conclui com uma dungeon mais tradicional que funciona seja lá for como todo o resto da aventura se resolva (de certo modo dá até para nem usar essa parte se voce realmente preferir politica). Fora alguns easter eggs que a Paizo adora esconder nas suas dungeons, ela parece só servir para alimentar os personagens com XP. O final poderia ser surpreendente se não fosse o spoiler mais obvio para qualquer um que olhe a capa da aventura (ou que o mestre tenha dito o nome da campanha ou qualquer coisa relacionada), existem drows na parada (claro que a revelação nunca chegaria aos pés da aparição de Eclavdra no final de Against the giants, mas algum mestre pode tentar).

Riddleport: City of Cyphers por Greg A. Vaughan – Uma rápida descrição (e bem rápida já que depois de ShitS, os PCs só voltam a Riddleport fora de cena) da terceira maior cidade-estado de Varisia. A descrição é essencial a aventura já que os personagens vão ter bastante tempo para explorar a cidade se quiserem (e possivelmente não terão algo melhor o que fazer), mas por ser uma cidade bem corrupta(originalmente era um porto de piratas que acabou se tornando um porto comercial legitimo mas ainda com raízes criminosas, por causa de enormas ruínas Thassiolonianas uma organização de magos chamados Cyphermages acabou se formando na cidade e tornando-a numa complexa rede de intrigas) acaba sendo mais interessante que cidades boazinhas e sem sal que vemos nos cenários de D&D. Contudo, não espere grande aprofundamento.

The Gold Goblin por Mike Selinker,E. Jordan Bojar, Gwen Page, e Greg A. Vaughan – Gold Goblin é um cassino que faz parte da aventura, e que é totalmente descrito num artigo a parte (apesar de ser parte ativa da aventura em vários momentos) e pode ser utilizado separadamente da campanha. São descritos os jogos existente no cassino e os sistemas caso algum jogador queira tentar a sorte (pessoalmente eu acho que demanda muito tempo de grupos que tenham pouco tempo de jogo, mas podem ser muito divertidos para jogadores que gostem de jogos de azar).

Set Piece: St. Caspieran´s Salvation por Tim Hitchcock – A ideia original das Set Pieces seria teoricamente para agradar pessoas que comprem os numeros do Pathfinder Adventure Path (que de certa forma poderia ser encarado como uma revista de RPG), mas realmente não tenha interesse em mestrar a campanha em si e queira apenas aventuras pequenas que possa inserir na sua campanha tradicional. Ao mesmo tempo elas poderiam servir ao mestre que está mestrando a campanha da vez como side quests caso o grupo acabe saindo dos trilhos e o mestre queira ganhar tempo enquanto não pensa numa solução. Até que não seria uma ideia ruim, se a logistica não tivesse atrapalhado.

Para começar, os autores da aventura e da set piece são diferentes e como escrevem ao mesmo tempo, não tem de saber o que o outro está fazendo. O tempo que os editores pensaram em ganhar com essa manobra, acabam perdendo tendo de achar uma maneira de ambas as aventuras se encaixarem (muitas vezes elas são necessárias para se alcançar o XP necessário para a próxima aventura, para muitos isso pode parecer supérfluo mas muitos grupos são bem rígidos quanto a isso). E segundo, o tamanho delas é tão pequeno que realmente ficou difícil desenvolver alguma coisa na qualidade que os fãs da Paizo estão acostumados, ficando aventuras bem genéricas. As set pieces contionuam até o final de Legacy of Fire quando são canceladas e o espaço é reincorporado nas aventuras principais a partir de Concil f Thieves.

Nesta edição especificamente, a set piece descrever um abrigo para mendigos que foi infiltrado por uma gangue de ladrões. Ele possuí ganchos para ShitS e maneiras como possa ser encaixado em qualquer cidade grande a conveniência do mestre.

Pathfinder´s Journal: Fear in a Handful of Rust por Jay Thompson – O pathfinder Eando começa sua jornada pelas Darklands enfrentando o monstro mais temido pelos aventureiros, o rust monster. E ele não está sozinho. A mudança de autor deu vida nova aos contos, Eando que era muito reclamão nos primeiros 12 contos, agora parece mais aventuresco, algo que achei bem positivo.

Bestiary por Greg A. Vaughan – As sugestões de encontros aleatórios cobrem as ruas de Riddleport e focam em bastante encontros interpretativos com ladrões, golpistas e até prostitutas, dando indicações de como conduzir essas cenas. Os monstros novos são mais incômodos e pestes do que realmente antagonistas de respeito, mas propõem alguns desafios interessantes (particularmente como eu sou entomofóbico e a presença da barata monstruosa me deu uma boa ideia para um ranger com inimigo favorecido insetos).

  • Darklands Sentinel (CR 2): Uma fera armadilha do subterrâneo, a ideia é boa e os poderes interessantes. Seria um bom exemplo de biotecnologia illithid se eles existissem em Golarion.
  • Fungal Crawler (CR 3): Uma aberração que é um cruzamento de inseto e planta (se fosse um pokemon seria um combo e tanto). Amedrontador em grandes números.
  • Monstrous Cockroach (CR 1/2-2):  O baratão também vem na variação de enxame de baratas devoradoras de carne (meu pior pesadelo). Apesar disso, é o meu favorito.
  • Swamp Barracuda (CR 2): Apesar de ocupar o mesmo nicho do crocodilo, novos animais sempre são bem vindos. Boa relação com a máfia.

Draconclusão: Devo admitir que eu esperava menos de Shadow in the Sky, a aventura e seus artigos relacionados são muitos bons e tem ótimas ideias. Apenas faltou um pouco mais de edição para faze-los funcionar melhor juntos, o que acaba tornando-a uma aventura inicial mais fraca que suas antecessoras. Contudo, bons mestres que não tenham problemas em alterar ou criar material original podem torna-la uma aventura excepcional pois seu nível de intriga e dramaticidade é muito alto. O que é uma pena, porque até agora essa é a aventura mais adequada a anti-heróis ou heróis pouco ortodoxos (até que Skull and Shackles seja lançada no começo de 2012).


Notas: Diversão: 7,0 Aproveitamento: 6,0 Arte: 8,5 Sistema: 8,0 Background: 8,0 Nota Final: 7,6

Editora: Paizo Publishing

Sistema: OGL 3.5E

Lançamento: Agosto/2008

Descrição: 96 páginas capa mole

Link para o livro

 

 

 

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Detect Magic – A Gen Con e a Paizo em 2012

Entre a Paizo Con e a Gen Con muita coisa foi anunciada pela equipe da Paizo para maravilhar os jogadores do Pathfinder RPG durante 2012 enquanto o fim do mundo não chega em dezembro. Apesar do lançamento da Begginer Box agora no fim de 2011, muito pouco dos lançamentos será realmente voltado para o iniciante, com vários livros voltados para explorar os recantos mais solicitados de Golarion e suplementos de regras voltados a coisas que realmente precisavam de expansão (como as raças, já que desde o livro básico apenas duas novas raças, orc e goblin, ganharam realmente o suporte enquanto raça de personagem jogador). Vamos analisar linha por linha e ver o que o futuro nos aguarda:

Pathfinder Role Playing Game: A linha de livrões capa dura voltado para o sistema em si (em oposição a trazer conteúdo de Golarion) teve poucos anúncios mostrando que realmente o foco da Paizo são as aventuras e o material de cenário. Haverá o Advanced Race Guide que oficializará varias raças como jogáveis e trará métodos de criar ou customizar suas raças para suas campanhas. Tambem falou-se sobre um livro chamado Ultimate Equipment, mas sobre ele ainda sabe-se muito pouco. E como não poderia faltar, no fim do ano provavelmente aparecerá um Bestiary 4.

Pathfinder Adventure Path: O grande anuncio da Gen Con foi a compilação de comemoração de 5 anos de Rise of the Runelords (e também a certeza de que eles não fariam outras compilações para impedir o cancelamento de assinaturas) e que Shattered Star (a segunda AP de 2012) será uma espécie de continuação de Rise of the Runelords (continuando os ganchos do fim da trama, mas com novos personagens de volta ao nível 1). Tambem foram divulgados os nomes individuais e enredo das aventuras de Skull & Shackles (a AP do primeiro semestre com o tema de pirataria), serão : #55 The Wormwood Mutiny, #56 Raiders of the Fever Sea, #57 Tempest Sea, #58 Island of Empty Eyes, #59 The Price of Infamy, #60 From Hell´s Heart. Posso dizer que a história é uma espécie de versão de Kingmaker só que com a construção de uma frota pirata em vez de um reino com direito com um final tão épico quanto foi #36 Sound of a Thousand Screams.

Pathfinder Modules: Ainda não foram feitos os anúncios de 2012 (apenas o ganhador do RPG Superstar de 2011 que terá seu modulo The Midnight Mirror publicado em janeiro de 2011), mas espera-se que a leve mudança da linha de aventuras isoladas mantenha o direcionamento que foi dado no final de 2011 com aventuras criativa e que abordem cenarios mais incomuns e que adicionem mecanismos novos para lidar com aquele tipo de situação (como foi The Harrowing que quase é um suplemento sobre o “tarô” varisiano, ou Academy of Secrets que detalha a famosa escola de magia de Korvosa The Academae).

Pathfinder Campaing Setting: O grande destaque foi o anuncio de Distant Worlds que vai falar sobre os outros planetas do sistema solar de Golarion (os fãs do cenário já sabem que em Golarion os elfos são “alieniginas”, a raça que veio do plano das fadas são os gnomos). Isles of the Shackles vai falar sobre as ilhas do mar dos piratas e seus segredos. Giants Revisited vai dar uma nova profundidade as diversas raças de gigantes. E finalmente Lost Kingdoms vai falar sobre seis impérios extintos de Golarion e sua influencia no mundo atual (até agora só foram divulgados Thassilon, Ancient Osirion e Ghol-Gan, mas depois do anuncio de Mythological Monster Revisited eu não sei se eles vão aguentar ficar sem falar sobre alguma civilização grega para explicar de onde esses monstros vieram, sem falar dos Aboleths que até agora são um mistério).

Pathfinder Player Companion: Os anúncios da linha voltada aos jogadores também ficaram para mais tarde, apenas Pirates of the Inner Sea consta como anunciado para 2012. Será que surgirão novos livros para as novas facções da Pathfinder Society ? Só o tempo dirá. Mas se formos levar em consideração as outras linhas, aguardo um livro sobre os Varisianos que há muito tempo eles merecem.

Pathfinder Tales: A linha de romances continua bombando. Agora que definitivamente se consolidou a venda de ePubs no site da Paizo (com a publicação de todos os romances e contos soltos) em 2012 já foram anunciados Song of the Serpent e City of the Fallen Sky. Parece que Count Varian Jeggare está tirando férias já que depois de Master of Devils até agora nenhum romance novo do personagem mais famoso da linha de ficção da Paizo.

Pathfinder Society Organized Play: A Terceira temporada da Pathfinder Society já começou com o Year of the Ruby Phoenix. Como esse é um evento ao vivo, é difícil ter uma previsão do que está por vir (ainda mais depois do final surpreendente do Year of the Shadow Lodge). Interessante como a Pathfinder Society e suas facções realmente estão ganhando um ar de Legend of Five Rings com os jogadores realmente defendendo sua facção e com um storyline realmente complexo se desenvolvendo. Parabéns a equipe que promove isso, eu realmente gostaria de ter tempo de participar.

Pathfinder Battle Miniatures: Já falei sobre ela recentemente, mas agora ficou claro porque a primeira expansão se chamaria Rise of the Runelords. Não só as miniaturas poderiam ser usadas com a compilação como também podem ser úteis na continuação. Sendo assim haverá o risco de que as expansões serão associadas a Adventure Path da vez ? Vamos ver com calma o quê acontece.

Outra coisa que vale a pena falar é das medalhas de ouro que a Paizo ganhou na GenCon. Eu sou fã, mas como eu não li os competidores eu não sei dizer se foram merecidos mas ai estão :

  • Best Cartography: Ouro para Inner Sea Map Folio (também conhecido como mapa gigantão)
  • Best Free Product: Menção honrosa para o Playtest do Ultimate Combat (ano que vem, We Be Goblins tem de ganhar)
  • Best Monster/Adversary: Ouro para o Bestiary 2 (realmente é muito melhor que o 1)
  • Best Interior Art: Ouro para o Inner Sea World Guide (esse eu me arrisco a dizer que é merecido, é um dos livros mais lindos que já vi)
  • Best Setting: Ouro para Inner Sea World Guide (Golarion pode ser genérico, mas realmente é muito bem feito. Contudo, algo mais criativo poderia merecer.)
  • Fan´s Choice Best Publisher: Ouro para a Paizo Publishing (A Paizo realmente se esforça muito mesmo para lucrar sem desrespeitar os fãs, merece).
  • Best Supplement : Gold para o Advanced Player´s Guide (até ai realmente foi muito bom, mas não apostaria no mesmo para os Ultimates ano que vem, seria marmelada.)
  • Best Adventure: Gold para #43 Haunting of Harrowstone (infelizmente não deve ter dado tempo para concorrer com Wake of the Watcher, mas é muito boa tmb.)
  • Product of the Year: Gold para o Advanced Player´s Guide (pelo visto os americanos gostam mesmo de classes novas).
A Paizo realmente está se consagrando como o melhor material da linha fantasia. Não concordo que o sistema Pathfinder RPG seja o melhor, mas a qualidade do material realmente vale a pena (tanto pela arte quanto pela escrita). Parabéns e que não deixe cair a peteca ano que vem.
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Identify – Traits

agosto 3, 2011 2 comentários

Muita gente considera que o Pathfinder RPG é apenas uma continuação do D&D 3.5E sem agregar valores, mas aos poucos a Paizo tem criado novos sub-sistemas que modificam e adicionam muito ao leque de opção do jogo e que o diferenciam de seu irmão mais velho. Alguns deles não deram certo e foram abandonados (como os feats de achievements), enquanto outros se tornaram tão populares que superaram velhos preferidos da maioria (como por exemplo os arquétipos que desbancaram as classes de prestigio).

Para começar quero falar dos traits, traits podem ser traduzidos como características ou peculiaridades, eles são a evolução final dos campaing feats que começaram lá atrás na trilha de aventura chamada Shackled City que foi publicada na Dragon Magazines. Os campaing feats eram feats que visavam inserir de maneira mais flexível um personagem numa campanha especifica, algo que se já era um problema nas aventuras prontas e se agravava demais numa campanha inteira pronta. Como eles funcionavam ? Eles eram talentos que em troca de beneficios mecânicos, eles assumiam certos fatos no background de um personagem (ex. Nobre de Caldron, dá mais dinheiro inicial mas assume que o personagem é membro de uma das famílias governantes da cidade e por isso vai estar ligado a fulano e sicrano etc…). Tira um pouco de liberdade do personagem ser o que ele quiser ? Tira. Mas ao mesmo tempo permite ao mestre ter uma história muito mais relacionada com os personagens sem precisar saber quem são os personagens (por isso o problema com material pronto). Claro que mestres experientes podem adequar a campanha como achar melhor e uma campanha totalmente escrita para aquele grupo de personagens é sempre melhor que qualquer coisa, o problema é que na vida real não é todo jogador que consegue fazer uma boa história antes da campanha ser escrita e um certo direcionamento pode ajudar muito.

Contudo, um talento não parecia ser a forma ideal de passar essa ideia, afinal esse talento deveria ser gratuito ? E se um jogador gostasse de uma ideia, mas os beneficios mecânicos não combinassem com seu personagem ? Um feat de uma campanha poderia servir na outra ? A Paizo refinou melhor a ideia e com o guia do jogador de Second Darkness nasceu o conceito de traits. Traits são como meio talentos, que só podem ser pegos no primeiro nível na criação do personagem (que começa com dois traits) ou através de um talento chamado Additional Traits que concede mais dois traits ao personagem. Existem seis tipos de traits, basic traits (que se relacionam ao treinamento do personagem e subdividem em combat, faith, magic e social; são mais genéricas que as outras e portanto mais fáceis de usar em qualquer jogo ), racial traits (procuram destacar alguma característica racial ou étnica do personagem ou indicar um desvio da norma daquela raça), regional traits (procuram dar profundidade cultural pelo personagem ter sido criado numa região do cenário), religion traits (procuram definir mais o passado do personagem junto a uma religião e seus preceitos e crenças), equipment traits (modificam a relação do personagem com seus equipamentos) e o campaing traits (estes sim dão profundidade dentro de uma campanha especifica e devem ser feitos pelo mestre um a um, mas existem muitos exemplos e cada adventure path tem os seus).

Como personagens nível 1 são os personagens mais comuns que existem, e como as ideias e conceitos que eles sugeriam eram sempre muito bons, eles viraram uma febre entre os jogadores do Pathfinder RPG e se tornaram marca registrada da linha de livros Pathfinder Companion que aos poucos foi criando traits para todos os reinos, culturas e religiões de Golarion. Finalmente no Advanced Player Guide eles se tornaram uma regra fora do cenário de Golarion e perfeitamente utilizáveis em qualquer cenário. Felizmente como tudo na Paizo que é mecânica de sistema é Open License, você pode conferir a lista de todos os traits publicados aqui ou aqui, faça bom proveito.

 

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Divination – Lançamentos de Agosto 2011

Ok, não é sempre que poderei fazer um post sobre os lançamentos do mês quando eu já tive acesso aos mesmos (eles foram lançados antecipadamente por causa da Gen Con).

Pathfinder Tales: Master of Devils

Pathfinder Tales: Master of Devils (Dave Gross) : Neste novo romance da linha Pathfinder Tales, revemos o meio elfo Conde Varian Jeggare e seu parceiro tiefling Radovan numa nova aventura no distante continente de Tian Xia (o continente oriental de Golarion) onde eles desbaratam uma conspiração demoniaca. Essa dupla de protagonistas já apareceu em outros romances e antologia de contos e já se tornou os protagonistas mais conhecidos da editora.

Pathfinder Roleplaying Game: Ultimate Combat (OGL)

Pathfinder Roleplaying Game: Ultimate Combat (OGL)  O grande lançamento da Paizo na Gen Con. Ultimate Combat complementa o Ultimate Magic sendo não só um livro com regras suplementares como também um livro de regras alternativas de combate (como as velhas conhecidas Wounds e Vitality Points versão Pathfinder, armadura como resistência a dano, ataques a partes especificas do corpo, combate em veículos etc..). O monge ganha um enorme aditivo turbo na forma dos estilos de combate e inúmeros feats associados. Também somos apresentados a 19ªclasse básica do Pathfinder RPG, o Gunslinger (pistoleiro) que tenta quebrar o tabu de armas de fogo em cenários de fantasia. Como classes alternativas, chegam os novatos Samurai (variante do Cavalier) e Ninja (variante do rogue) que vem expandir as regras para fantasia oriental. Fora isso, uma montanha de feats, magias combativas e arquétipos (que parecem ter mesmo tomado o lugar das classes de prestigio na preferencia popular) para todos os gostos e builds.

Pathfinder Player Companion: Goblins of Golarion (PFRPG)

Pathfinder Player Companion: Goblins of Golarion (PFRPG) : A primeira vista é um suplemento de humor, pois apesar dos goblins terem atingido grande popularidade como mascotes do Pathfinder RPG e roubado toda atenção desde seu novo fenótipo em Rise of the Runelords, eles estão longe de serem uma raça equilibrada (ou sensata) para personagens jogadores. Contudo o livro é bastante competente em ser o guia definitivo para os pequenos psicopatas incendiários e os trata com tanta profundidade quanto qualquer outra raça sendo até um doas mais completos suplementos raciais da linha Player Companion (eu bem que gostaria que o livro dos orcs tivesse sido assim). As ilustrações estão um show a parte com versões goblinicas dos mais comuns arquétipos de aventureiros (incluindo a loira semi-nua). Nota 10.

GameMastery Map Pack: Shrines

GameMastery Map Pack: Shrines : Esse mês é mês de pacote de mapas para encaixar em mapas maiores. O tema agora é oratórios, e isso deu grande variedade aos mapas porque temos desde santuários elficos até uma forja anã e altares sagrados em dungeons. Bem útil já que tempos parecem ser campos de batalha comuns nas aventuras da Paizo.

Pathfinder Campaign Setting: Pathfinder Society Field Guide (PFRPG)

Pathfinder Campaign Setting: Pathfinder Society Field Guide (PFRPG) : Para variar temos mais uma controvérsia (a Paizo parece não conseguir passar um mês sem uma). Muitos tem acusado que este livro torna obsoleto o Seekers of Secrets (livro que explorava a Pathfinder Society como organização dentro do cenário de Golarion), contudo aparentemente ele só o faz no âmbito da Pathfinder Society organização do mundo real para aventuras oficiais (no estilo Living Greyhawk). Pelo que pude observar do livro, realmente ambos os livros podem coexistir, mas isso só tornar o Field Guide como mais util para quem participa das aventuras da Pathfinder Society. O livro atualiza os últimos acontecimento do metaplot até o inicio da terceira temporada de aventuras, quando o numero de facções internas da Pathfinder Society dobra de 5 para 10 após a derrota do Shadow Lodge (que acaba virando uma das novas facções internas). Existe bastante material in-game da vida prática de um aventureiro, juntos a novos feats/talents/equipments/class/spells/etc… mas sem ler não saberei dizer se justifica a compra (até porque este é um livro para mestres e não para jogadores).

Pathfinder Campaign Setting: Inner Sea Magic (PFRPG)

Pathfinder Campaign Setting: Inner Sea Magic (PFRPG) : De certo modo, podemos dizer que este livro é um irmão do Ultimate Magic voltado para Golarion. O livro discursa as tradições mágicas do Inner Sea, como a magia é vista e tratada e um quem é quem entre os usuarios de magia conhecidos (para caso grupos de aventureiros precise de mágias de nivel alto. Apesar de tambem ser um livro da linha voltada para mestres (por isso tem grandes spoilers), há coisinhas bem interessantes aqui como uma nova versão para a sin magic Thassioloniana (mestres de Rise of Runelords, deem atenção) e uma regra alternativa para escolas/guildas de magia e que modificadores isso pode trazer a um personagem (o exemplo é a Academae de Korvosa, parece ser bem legal). Vários mistérios do cenários são explicados e regulados neste livro, então quem não gostar desse tipo de coisa pode não se interessar (mas os curiosos vão adorar). Jogadores fiquem longe.

Pathfinder Adventure Path #48: Shadows of Gallowspire (Carrion Crown 6 of 6) (PFRPG)

Pathfinder Adventure Path #48: Shadows of Gallowspire (Carrion Crown 6 of 6) (PFRPG, Brandon Hodge) : E finalmente temos a aguardada conclusão de Carrion Crow que conseguiu o impossível de ser mais aterradora do que Rise of Runelords como plot de terror. O final da trama como sempre é apoteotico, mas sem ler parece que o climax continua tendo sido Wake of the Watcher (a quarta aventura dessa saga) que conseguiu me assustar só de ler. O material de apoio é um guia completo sobre lichs dentro e fora de Golarion. Muitas coisas interessantes e variações que complementam bem o Classic Undead Revisited. A aventura em si é o melhor exemplo de como usar lichs de maneira a serem assustadores e serve para mestres mesmo que não desejem mestrar a aventura.

Pathfinder Adventure Path #49: The Brinewall Legacy (Jade Regent 1 of 6) (PFRPG)

Pathfinder Adventure Path #49: The Brinewall Legacy (Jade Regent 1 of 6) (PFRPG, James Jacobs): Terminando uma e começando outra, a Paizo mostra que aprendeu a lição que Sherazade ensinou de como não perder a cabeça. Jade Regent já chega mudando diagramação, projeto gráfico e a forma como julgar que nível os jogadores deverão ter nas partes da aventura. A parte oriental da campanha só começa na segunda metade, mas desda primeira podemos confirmar que o foco da campanha será a relação com os NPCs que será cultivada ao longo da trama. Também foi legal revisitar Sandpoint que recebeu um upgrade bem merecido. James Jacobs mais uma vez prova que ninguém sabe escrever Sandpoint como ele (já que a cidade é baseada na cidade natal dele) e as criticas já anunciam que talvez Brinewall supere Burnt Offerings como melhor primeira aventura. Tambem aqui estreia os mapas interativos que tem botões para retirar a legenda e lugares secretos do mapa. Excelente para tablets.

JadeRegentPlayersGuide

Pathfinder Adventure Path: Jade Regent Player’s Guide (PFRPG) FREE PDF : Estou sinceramente assustado como a qualidade dos guias do jogador das campanhas da Paizo tem aumentado. Para um produto gratuito, não só está maravilhoso como oferece uma regra alternativa para caravanas (que parece uma versão simplificada da regra de reinos de Kingmaker) e uma excelente assistência para criar personagens envolvidos com a trama. Vale a pena qualquer um baixar só para babar no material e ficar com vontade de jogar Jade Regent. Baixe agora !

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Anunciado – Pathfinder Battles: Heroes & Monsters

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Acaba de ser anunciado no site da Paizo uma nova linha de miniaturas plásticas pré-pintadas exatamente no estilo do D&D Miniatures (com exceção de que até agora as minis só serão utilizadas para RPG, sem um jogo anexo). As miniaturas serão aleatórias e virão em boosters em dois modelos: standard que conterá uma miniatura média ou duas pequenas ($3.99), large que conterá uma miniatura tamanho largo ($5.99), brick que conterá 16 boosters standard e 3 large ($74.99) e a case que virá 4 bricks ($274.99).

O primeiro set Heroes & Monster terá 40 miniaturas colecionáveis e o segundo set Rise of the Runelords (comemorando os 5 anos da primeira adventure path do Pathfinder) será lançado em julho 2012. Entre e após eles também serão lançados Battle Packs não-randômicos de repaints temáticos a serem definidos.  Também não ficou claro se há possibilidade de um jogo de miniaturas no estilo Skirmish possa existir ou não. As miniaturas são fruto de uma parceria entre a Paizo e a WizKids (com quem a Paizo recentemente havia anunciado um conjunto com os 4 icônicos) e visa dar continuidade ao mercado de miniaturas pré-pintadas que ficou órfão com o fim do D&D miniatures.

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