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Criação de personagem: Padung II

novembro 20, 2008 1 comentário

Eu sempre penso que um histórico de personagem deveria ser um auxilio para o mestre crie histórias envolvendo o personagem (ou pelo menos é essa a conclusão que tenho chegado ultimamente), voce pode atingir isso criando ganhos ou elaborando um clima que permita o mestre conhecer a essência do personagem que voce criou. Mas voce sempre tem de deixar espaço para a criação do próprio mestre, afinal não dá para contar a história toda sozinho apenas pelo histórico do seu personagem (tipo deixar ganchos de como sua familia criou a espada mais poderosa do mundo e te treinou por anos para usa-la para salvar o mesmo mundo).

Agora também não é necessário um romance de 1000 paginas nem um box inteiro de DVDs com vídeos gravados por voce contando tudo (embora fosse divertido). Apenas uma vaga idéia do que voce pensa sobre o personagem e seus conflitos já é o suficiente. Voltemos a Padung para exemplificar.

Padung é um xamã meio-orc, na minha concepção ele deve ter crescido entre Orcs, logo precisaremos de uma tribo. A tribo do escorpião escondido é uma tribo de orcs veneradores de escorpiões que vive nas partes mais escuras da selva, eles são sorrateiros e criam escorpiões gigantes para extrair seu veneno. Eles se dividem e 4 castas, as garras que são os guerreiros da tribo, os ferrões que são assassinos furtivos, as pernas que são os trabalhadores braçais e escravos, e o olho que são os xamãs. Apesar de pouco contato com o mundo exterior, a tribo do escorpião escondido comercializa com membros do submundo e com piratas uma parte da sua produção de veneno e algumas ervas especiais da selva, desse contato as vezes surgem mestiços que geralmente são sacrificados ao totem escorpião, contudo certa vez um xamã recebeu uma visão do escorpião sobre um mal que até mesmo o totem da tribo tinha medo, algo tão terrivel que nenhum guerreiro poderia derrotar e nenhum espirito aliado a tribo poderia proteger. Essa visão dizia que apenas um xamã que caminhasse entre os dois mundos poderia salvar a tribo, o xamã Parkrun então pegou uma escrava humana e fez um mestiço despojando da escrava logo em seguida, assim veio ao mundo Padung.

A tribo nunca soube lidar muito bem com um mestiço apesar da insistência de Parkrun de que ele seria importante para a sobrevivência da tribo, somente sua rápida habilidade em se comunicar com os espiritos em especial o próprio escorpião permitiram a sobrevivência de Padung. Parkrun tentou ao máximo permitir a vivencia de Padung entre os dois mundos de sua herança permitindo que ele convivesse com os escravos e tivesse contato com os poucos humanos que lidavam com a tribo, eventualmente Padung aprendeu sobre as cidades humanas e incentivado pelo escorpião decidiu que alguem com a missão de salvador, não poderia viver apenas entre assassinos cruéis e partiu para conhecer seu destino.

Pronto, nesse histórico existem inumeros ganchos e perguntas a serem respondidas apenas pelo mestre se seu interesse for (Qual o verdadeiro objetivo do escorpião com tudo isso ? O que a tribo e seu pai Parkrun pensam da partida de Padung ? O quê e quem é o mal que ameaça a tribo e o que Padung terá de fazer para evita-lo ? ) Assim como material para entender quem é o personagem e como ele chegou no começo da campanha. Claro que o personagem não é só isso, temos de definir melhor sua personalidade e características, mas isso é algo para o próximo post da seqüencia. Até a próxima.

Categorias:Artigos, Fala dragão

Criação de personagem: Padung

Bom, hoje estou meio entediado, então vou falar sobre o personagem que estou criando para o jogo de Darth Lucas. Meu processo de criação de personagens é realmente um processo, então vamos por partes.

Eu começo minha idealização de personagens de acordo com um conceito geral do resultado que eu quero alcançar, no caso após assistir ao trailer de Diablo 3, fiquei animado com a ideia de um xamã/feiticeiro tribal que tivesse um pouco daquele ar de feiticeiro primitivo rogador de pragas, bem vudu e bem intimidador misterioso dos filmes do Tarzan e coisas do gênero. Ele deve ser todo pintado de preto com marcas brancas no rosto de corpo. Como arma lança e escudo, infelizmente a combinação espartana esta fora de cogitação já que ele tambem tem a missão de ser conjurador completo (e se possivel ser bom em curas), então eu me decidi por lança (spear) com escudo médio (na falta de um escudo de couro fica de madeira mesmo), a raça é meio-orc que é a minha favorita mesmo e para fortalecer esse lado selvagem dele.

O problema no entanto apareceu na classe, nenhuma das classes básicas combina muito bem com o conceito, só me restou procurar os suplementos e acabei com três possibilidades, Lamina Maldita, Xamã espiritual e Xamã draconico (do livro do jogador 2). Lamina maldita é interessante e eu sempre quis jogar, mas ele é arcano e no momento preciso de alguém que cure (embora combine muito o aspecto de jogar maldições e encostos). O xamã draconico é muito frente de combate e eu teria de alterar vários aspectos do meu conceito, eu estou muito a fim de testar a classe mas tive de guardar na gaveta. Por fim o Xamã espiritual, ele permite tudo que eu quero, o unico problema é que vários poderes de classes são muito especificos e podem diminuir minha capacidade de interação da campanha. Não pude perder a oportunidade, era isso ou um clérigo beeeem alternativo, vamos ter de fazer a sintonia com os talentos e escolher com bem cuidado. Falta só o nome, recorri as cartas Nothrogs de warlord e me lmebrei de Padrig que sempre achei um nome interessante, mas tambem é meio “mauricinho” para o meu conceito, queria algo exótico e orc, então peguei um nome de meio-orc do livro do jogador Vung e misturei e assim nasceu Padung, o xamã meio-orc. Mas isso é só o começo, no próximo post veremos o background do personagem.

Categorias:Artigos, Fala dragão

Rise of the Runelords – The Skinsaw Murders 2

novembro 11, 2008 3 comentários

Bom, como dessa vez foi mais ou menos mais uma masmorra, não farei comentários individuais. Destaque para Eve e Cris que interpretaram muito bem suas personagens em relação ao que se passou por elas. O destaque negativo vai para os personagens que apesar de estarem contaminados por doenças aberrantes, fungos e mofos nefastos e assombrações atormentadoras, continuavam saltitantes e lépidos sem ao menos reclamar do incomodo de suas aflições. 

Experiência:

  • Adalton: Vincent (Humano Bardo 4, 9402xp) +3517xp = 12.919xp LEVEL UP !!!
  • Cris: Meirisiel (Elfa Ladina 4, 7900xp) + 3517xp  = 11.417xp LEVEL UP !!!
  • Darth Lucas: Gorchak (Humano Clérigo 4, 8144xp) + 3517xp  = 11.661xp LEVEL UP !!!
  • Eve: Seoni (Humana Feiticeira 4, 9402xp) + 3517xp  = 12.919xp LEVEL UP !!!
  • Hilton: Valeros (Humano Guerreiro 4, 9402xp) + 3517xp  = 12.919xp LEVEL UP !!!
  • Rafael Mota: Kyron (Humano Clérigo 4, 7900xp) + 3517xp  = 11.417xp LEVEL UP !!!
Espólios: Jogo de jantar de prata e cristal (1000 po), Picareta pesada obra-prima (magica não identificada), Navalha de guerra obra-prima (magica não identificada), Anel Foxglove de prata [7-29] (magico não identificado, Anel Foxglove de ouro [6-41] (magico não identificado), Mascara do perseguidor (magica não identificada), Roupa nobre extravagante masculina ( 200 po), retrato de Meirisiel improvisado (100 po), Chave Foxglove de cobre, Quadro de iesha (200 po), Pequena chaveiro de prata (10 po), Chave de ferro com opala (100 po), Chave de bronze leonina, Varinha Nobre de carvalho [4-25/+8] (magica não identificada).    
Recompensas: Nenhuma
Placar de Pecados :
  • Luxuria: Valeros 0
  • Inveja: Kyron 0
  • Ira: Valeros 1, Vincent 1
  • Vaidade: Gorchak 0
  • Preguiça: Vincent 0
  • Gula: Valeros 1
  • Avareza: Meirisiel 0
Categorias:Relatório de jogo

Rise of the Runelords – The Skinsaw Murders 1

novembro 5, 2008 5 comentários

Que beleza, tivemos a primeira sessão 100% Os assassinatos serra-pele e o jogo engrenou mesmo, estou gostando muito do clima que se esta criando em relação a campanha, vamos aos comentários individuais.

Adalton: Eu ainda mantenho a opnião de que vc ainda não conseguiu se encontrar com seu personagem, na confusão eu ainda não consegui tirar aquela duvida que eu tenho de quais são as magias de Vincent, porque dificilmente eu vejo ele lançar alguma. Ainda espero a historia.

Cris: Concordo com os comentarios feitos e gostei bastante dos esforços para corrigir os outros problemas, agora é só continuar evoluindo. 

Lucas: Preciso conversar com vc sobre o que Gorchak anda ensinado na cidade. Agora que existe uma historia estou começando a compreender melhor Gorchak que é um personagem muito dificil. Estou ansioso para ver como vc vai desenvolve-lo. 

Eve: Estou cada vez entendendo mais a sua Seoni, fico intrigado sobre como ela vê os individuos do grupo e as repercussões de suas ações.

Hilton: Me pergunto se Valeros aprendeu o jeito ninja de ser do Naruto, qualquer coisa ele esta se jogando de cabeça não importa o quão bizarra seja a situação. Fora isso estou achando bem legal seu esforço para deixar Valeros humano e não anão. 

Rafael: Parabens, Kyron na minha opnião é o personagem mais bem ritmado e crivel. Assim como Seoni eu gostaria mais de saber como ele vê como os outros personagens lidam com os problemas da vida de aventura, de certa forma Kyron é a consciencia do grupo.

Experiência:

  • Adalton: Vincent (Humano Bardo 4, 8427xp) +975xp = 9402xp 
  • Cris: Meirisiel (Elfa Ladina 4, 6925xp) + 975xp  = 7900xp
  • Darth Lucas: Gorchak (Humano Clérigo 4, 7169xp) + 975xp  = 8144xp 
  • Eve: Seoni (Humana Feiticeira 4, 8427xp) + 975xp  = 9402xp 
  • Hilton: Valeros (Humano Guerreiro 4, 8427xp) + 975xp  = 9402xp 
  • Rafael Mota: Kyron (Humano Clérigo 4, 6925xp) + 975xp  = 7900xp
Espólios: 3401 pp, chave foxglove, cigarro não identificado
Recompensas: Poderes legais na jurisdição de ponta de areia como assistentes do xerife, Dr. Erin Habe concede acesso a casa de repouso tanto para investigação quanto uso.
Placar de Pecados :
  • Luxuria: Valeros 0
  • Inveja: Kyron 0
  • Ira: Valeros 1, Vincent 1
  • Vaidade: Gorchak 0
  • Preguiça: Vincent 0
  • Gula: Valeros 1
  • Avareza: Meirisiel 0
Categorias:Relatório de jogo