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O dia mundial do D&D 2008 – A quarta edição

Pois é, hoje eu tirei o dia para ir conhecer essa tal de quarta edição. O evento ocorreu no playground de um prédio nos fundos do Iguatemi. Raziel passou aqui em casa e fomos juntos os shopping. Quando saímos do Iguatemi para o local do evento pegamos a maior chuva e tiramos falha critica na diplomacia do porteiro e nos molhamos mais ainda mas enfim chegamos. Tinha muita gente lá e encontrei muita gente conhecida. O evento foi beeem maior que o Dia Mundial do ano passado (3 mesas contra 10), mas dessa vez eu não mestrei. Queria conhecer a 4e como jogador antes de mestrar e além disso tinha excesso de mestres.

Resolvi jogar com o clérigo para ver como funcionava a cura, além disso o clérigo sempre entra na semana do resto do grupo e assim eu podia acompanhar todo mundo e saber como tudo funcionava. A aventura do torneio era bem simples, mas serviu para demonstrar bem o sistema. Todos os personagens eram nivel 1 e positivamente não ficou bem claro o que a gente podia fazer fora as habilidades das fichas (tipo, a pericia cura podia fazer um healing surge ser ativado?), mas deu para captar bem a essência da coisa. Raziel jogou com o ladrão meio-elfo bissexual indiferente (não me perguntem, perguntem a Raziel), havia um anão guerreiro, um humano guerreiro e uma Eladrin maga. Infelizmente não havia um paladino dragonborn. Todos ganhamos uma mini e um dado de 20 e Zelândio que foi o nosso DM ganhou um set de dados, o mapa e as minis dos NPCs (e a aventura).

Agora vamos as minhas impressões só pela demonstração (desconsiderando o que eu sei por fora). O jogo é realmente divertido e o combate funciona menos chato do que eu esperava, não pelos poderes do jogadores, mas pelo caráter estratégico dos poderes dos oponentes. Agora eu imagino se num grupo de combadores e a coisa mais organizada se o combate não ficaria repetitivo. A pressão pela cura foi aliviada do clérigo, mas ele ainda é o salvador quando a coisa aperta. O que eu mais consegui pensar foi no meu jogo de Dungeons and Dragons Tactics que eu mestrei no Dia D. Putz, como jogo sem compromisso de estratégia o 4E é maravilhoso, mas não deu para saber como ele se comporta em circunstâncias continuas de Roleplay. A impressão que eu tinha se confirmou, a 4E não é pior que a 3e/3.5e, mas também não nenhuma Brastemp, só é uma coisa diferente. Sob pequenos detalhes tudo muda e com certeza isso deve causar estranheza, mas realmente a única razão que eu vejo para mudar é acompanhar o mercado e nisso eu estou satisfeito com o Pathfinder RPG. Mas provavelmente eu compro o 4E porque eu nem vou trabalhar mais no meu D&D Tactics já que a Wizard já fez o trabalho por mim, quem sabe com mais suplementos a coisa melhore.

Realmente aparentemente os cenários 3e são incompatíveis com a 4E, simplesmente você teria de reconstruir o mundo para jogar na 4E, foi assim com Forgotten e deverá ser assim com Eberron. Pode parecer adaptável, mas os pequenos detalhes destroem a verossimilhança, mas acredito que um cenário criado para 4E possa permitir uma boa interpretação, só que por enquanto não é o que eu quero.

Boa sorte senhores jogadores da 4E, ano que vem faço uma nova tentativa.

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Categorias:Blogroll, Fala dragão
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