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Archive for novembro \13\UTC 2007

Quatro-olhos

novembro 13, 2007 1 comentário

Finalmente chegou minha vez de usar oculos. Eu sempre quis quando era pequeno usar, para dar um ar mais intelectual e nerd, mas nunca precisei. Mas agora que eu vou precisar usar (e vou precisar usar o tempo todo) eu não sei se será facil para mim me acostumar. Já fui e gastei uma fortuna em armações e lentes (coisa de primeiro oculos, pior que gastei uma parte do dinheiro para comprar meu computador novo… é a vida).  Esse fim de semana será a estreia, vamos ver no que dá.

PS: Quanto as minhas férias, estou mais resolvendo problemas mesmo. Resolvi coisas que estou há anos tentando resolver, mas meu projeto final não anda mesmo. Bom, agora resta pouco o que fazer sem ser ele. Praticamente só consertar o carro. Não tenho mais desculpas, me desejem sorte.

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Um detetive diferente

Monk, um detetive diferente. Minha mãe adora esta série, e por isso os boxes de DVDs viraram um alvo facil para presentes de aniversario. Agora que estou de férias, finalmente me dei ao trabalho de assistir. Não que eu nunca tivesse assistido na TV, eu tambem gosto bastante da série, mas eu sempre acabei dando prioridade a outras coisas. E a opnião se mantem. A série é legal, muita gente se identifica porque todo mundo tem uma esquisitice. As situações são engraçadas, mas tambem tem muita coisa melhor no mercado. Se fosse alguns anos atrás, certamente poderia ser a minha série favorita, mas atualmente só é uma série prestigiada.

Para quem não conhece o enredo, Monk é um detetive com TOC (transtorno obssessivo compulsivo). Depois da morte da esposa, ele foi expulso da policia, mas por ser um detetive gênio (comparado a Sherlock Holmes, com quem mantem enormes paralelos, inclusive de ter um irmão mais esperto) sempre presta consultoria a policia nos casos mais complicados e estranhos. Como ele é cheio de fobias e problemas, ele sempre esta a tiracolo com uma enfermeira metida a Lois Lane que tambem é quase uma personagem principal de tão divertida. As soluções dos misterios são inteligentes e plausiveis (embora um tanto exóticas, algumas beirando o nivel Scooby-Doo de uma forma positiva) e é interessante ver como Monk se mete em terriveis confusões (eca, to parecendo anuncio de filme da globo) por causa das suas manias. Enfim, to começando a ver a terceira temporada, mas com certeza eu posso recomendar, se tiverem um tempo livre, vale muito a pena conferir.

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O coração do reino 2

Olha só quem resolveu aparecer caçadores de Xp… Eu !!! O blogueiro mais sumido de todos os tempos, tá certo que eu estou de férias, sem computador e “fazendo?” meu projeto final de conclusão de curso, mas isso não é motivo para parar de escrever. E estou bem atrasado nisso, por isso tentarei ser breve:

Kingdom Hearts II : Review por Bahamut.

Para começo de conversa, o jogo é melhor, maior e mais complexo que o primeiro. Encontramos mais personagens e as tramas se aprofundam bem mais. Quem gostou do primeiro certamente irá adorar o segundo. Eu me diverti muito jogando, tentando fazer pontuação nos mini-games e procurando segredos. Como todos sabem eu jogo devagar, por isso levei umas 70 horas para terminar o jogo (e isso contando que deixei coisas sem fazer, como vencer Sephiroth e etc…) a unica coisa ruim do jogo para mim foi o fato do terceiro nao ter saido já.

Tambem senti um certo vazio porque apesar de ser um segundo jogo, houve um Kingdom Hearts intermediario, o Chain of memories para o Gameboy. Se alguem disse que da para entender a historia sem jogar esse jogo ele estará dizendo a verdade, mas isso nao quer dizer que vc nao vai sentir falta dela, porque vai (tanto quanto vc sentiria falta da historia do primeiro jogo se jogasse o KH2 primeiro, alias, eu acho que vc se sente mais completo tendo jogado o KH:CoM e o KH2 do que jogando KH1 e o 2 e não jogando o KH:CoM.

A jogabilidade novamente nos brinda um otimo misto de RPG e Action Game, um pouco mais action do que Zelda ou Okami, mas ainda assim profundamente RPG. Tipo, uma pessoa que nao tenha muita coordenacao motora consegue terminar (de certa forma ele é mais facil que o primeiro) mas vai ter de grindar muito mais do que um pro.

Para quem se perde no enredo e no plot, esse jogo literalmente nos brinda com um organograma de ligações entre personagens. Logo, é facil relembrar quem é amigo de quem e quem é inimigo de quem com alguns acessos rapidos de menus. Tá tudo bem mastigadinho.

Por fim concluo recomendando o jogo para quem gosta de viajar no enredo de um jogo, e quem gosta de se divertir sem ter preconceito de estar liderando Pato Donald e Pateta contra Sephiroth.

PS: Temos de fazer um destaque para o mundo de Piratas do Caribe, a historia do filme e extremamente resumida e alterada para encaixar com o plot do momento, mas eu gostei mais de jogar lah do que no propio jogo de Piratas do Caribe. Deveriam haver mais crossover como esse em outras franquias … Já imaginou Os incriveis num KH futuro ? Por sinal serão + 3 muito em breve. Mas isso fica para a proxima.

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