Fala dragão !

Abril 2, 2009

Ops, quase ia esquecendo …. 1º de abril !!!

Arquivado em: Blogroll — dracobahamut @ 7:52 pm

Pois é senhores, quem foi me visitar ano passado quando eu realmente estive hospitalizado e tirei a foto do post anterior poderia reconhecer os aparelhos. Mas antes que eu deixe mais alguma ponta solta (igual a 2005…) vamos enumerar as verdades e mentiras: 

- Eu não sai do live de changeling e nem briguei com ninguem lá dentro. 

- Eu não estou no hospital. 

- Eu não fui expulso da faculdade por não entregar a monografia.

- Dentro do papel escrito “por favor não leia” não tem escrito nada de interessante. 

- O sistema do banco não caiu as 12:45h do dia 01.04.

- Xuxa não morreu num trágico acidente de carro e nem Sasha perdeu um braço. (Eu só não acredito como acreditaram nessa)

- Nenhum gavião atacou bibiu, aquilo eram penas dele que eu estava acumulando e meu sangue misturados. 

- Claudio, infelizmente aquilo não era mentira. Eu realmente arranhei a porta do seu carro quando estacionei na vaga. Melhor sorte da próxima vez :P

Abril 1, 2009

Internado novamente

Arquivado em: Fala dragão — dracobahamut @ 9:25 pm

Para minha surpresa senti fortes dores e tontura hoje e fui internado novamente, provavelmente só poderei receber visitas no fim de semana. 

Fora de circulação

Até agora estou sem saber o porque das dores. Devo ter mais noticias pela manhã.

Março 28, 2009

The humankind is not that kind

Arquivado em: Blogroll — dracobahamut @ 3:33 am

É quase um twitter mas só queria deixar registrado que hoje eu estou cansado e sem muita fé na humanidade.
E olha que acabei de sair um uma sessão dungeoncrawl e cheia de testosterona. Acho que foi a decepção de não podermos virar a noite jogando, maturidade, tu és uma faca de dois gumes.

Março 27, 2009

Uma memória invencivel

Arquivado em: Blogroll — dracobahamut @ 10:58 am

Chegou lá. Depois que finalmente após varios envios meu Pathfinder Campaing Setting chegou na minha casa, fiquei decidido a mandar para a Paizo um livro brasileiro como agradecimento e como incentivo a uma presença maior da cultura brasileira em Golarion. 

Graças a uma boa sugestão de Eve, selecionei Viva o povo brasileiro de João Ubaldo Ribeiro. Achei na Amazon uma edição usada da versão em inglês (chamada de An Invencible Memory) que só me custou 4 dólares. Hoje recebi a confirmação que chegou na sede da Paizo. Espero que eles leiam e gostem.

Podcasts e etc…

Arquivado em: Blogroll, Reviews — dracobahamut @ 1:43 am

Pois é, vamos falar um pouco da minha vida. Ultimamente eu tenho ouvido muitos podcasts já que como eu estou cada vez mais contra a pirataria, fico sem ter o que ouvir. Ainda estou conhecendo coisas na podcastosfera, mas tenho gostado bastante dos podcasts do Kombo Podcasts, eles são divertidos e ainda tem bastantes news para quem não tem tempo de ficar caçando. 

Meu inglês é bom o suficiente para ouvir podcasts 100% em inglês (a não ser em casos de sotaques extremos ou muito carregados de girias) mas nada me cativou o suficiente quanto os podcasts brasileiros (e olha que só conheço uns dois de RPG).

Então, qualquer sugestão estamos ai.

Março 24, 2009

Criação de personagem: Padung III

Arquivado em: Artigos, Fala dragão — dracobahamut @ 10:16 pm

Após mais um longo sono draconiano, voltemos aos trabalhos normais. Para variar minha vida esta uma confusão só e eu atrasei com tudo no blog (e nem se preocupem, não existem novidades nenhumas sendo preparadas, aqui as coisas são todas de ultima hora mesmo) e Padung agora já esta quase no 5º nível (a campanha é hardcore+) então vamos concluir antes que ele morra.

O que eu vejo por ai é que depois da conceitualização e histórico muitos jogadores deixam a personalidade do personagem para ser definida ao longo do jogo e inclusive deixando o próprio mestre ser apresentado ao personagem durante a partida sem ao menos tomar folego. Claro, nada pode ser escrito em granito nessa parte da cria;’ao de personagem, mas eu gosto de definir uma linha geral da personalidade antecipadamente até para não haver surpresas pelo narrador. Uma boa personalidade é como um guia interno para você definir aonde estão os interesses e metodologias do personagem alem do que é definido por tendencias, virtudes, vícios e lealdades.

Por exemplo, Padung é Caótico Neutro. Ele foi criado numa sociedade tribal cuja moral e costumes são tão diferentes da sociedade civilizada que ele é considerado caótico. E embora tenha sido criado numa sociedade maligna, ele tem a mente aberta a aprender como os humanos conduzem suas vidas e rejeita as características que ele considera autodestrutivas de sua tribo (como matar, pilhar e destruir quem não for da tribo), como ele aprendeu sobre os humanos na pratica e não por teoria ele é neutro (já que a grande maioria dos humanos é neutra). Se ele fosse um personagem de Storytelling, ele teria a virtude Temperança, porque ele acredita que muita coisa depende do seu próprio julgamento e que ele não pode ceder aos seus impulsos de qualquer forma. O vicio é orgulho, porque ele se vê como um dos escolhidos, e como ele é um xamã, um canal entre o outro mundo e esse, ele ainda é mais especial entre os escolhidos, o único com o discernimento verdadeiro de salvar seu mundo. Se ele fosse personagem de d20 modern, sua lealdade principal seria o Totem escorpião, pois é através dele que ele recebeu sua missão de ser a ponte entre os humanos e orcs. Depois sua lealdade seria a si mesmo, porque ele sabe que toda a sua vida ele foi apenas uma ferramenta que outros usaram para alcançar seus próprios objetivos e assim ele decidiu que também usaria os outros para sobreviver ao seu destino.

Contudo, isso não basta para tornar um personagem multidimensional. É preciso mais do que é exigido pelas regras para tornar um personagem vivo (claro que muitos realmente não sentem a necessidade de completar um personagem a este ponto), mas a partir desse ponto temos de levar duas coisas em consideração antes de prosseguir:

1- O personagem deve ser capaz de fazer parte do grupo. De nada adianta um personagem super detalhado que mataria seus amigos por um punhado de moedas ou seja absolutamente anti-social e solitário. Ele deve ser capaz de interagir com os eventuais outros membros do grupo. Não que ele deva sair de mãos dadas e saltitando por ai com os outros personagem cantarolando a musica dos saltibancos trapalhões, mas ele deve ser capaz de tolerar os outros personagens como aliados verdadeiros. Claro que nunca sabemos que loucuras os outros jogadores vão inventar por sua vez, por isso devemos ser capazes de modificar um pouco a personalidade diante o jogo para evitar conflitos iminentes (tipo certa vez que tivemos 3 rangers no mesmo grupo, um elfo com inimigo favorecido anões e orcs, um anão com inimigo favorecido orcs e elfos, e um meio-orc com inimigo favorecido elfos e anões, se mataram antes do primeiro monstro aparecer).

2- O personagem deve ser capaz de ir nas aventuras propostas. Não adianta também fazer um filho de mercador ultra complexo e mimado se ele nunca iria aceitar salvar uma vila de halflings ou ir atrás de um artefato no fundo do oceano. Nem sempre sabemos que gancho haverá para envolver o personagem, mas facilitar um pouco para o mestre não atrapalha, os personagens devem ter pontos fracos e carências que façam ele desviar de sua vida para viver grandes aventuras. Afinal, apenas ser heróico fica chato, uma feiticeira que ser a mulher mais bela do mundo, ou um halfling que quer provar ao mundo que halflings podem servir para outra coisa que não seja ladinagem podem ser boas motivações e ainda rendem material para o mestre criar novos enredos.

Voltemos a Padung. Ele parece ser alguem extremamente auto-suficiente. Ele é orgulhoso, obstinado e manipulador. Logo ele precisa de carências para ser alguem completo (paradoxal não ?), logo vamos direto ao obvio primeiro. Padung não teve uma educação nem ao menos básica, ele mal sabe escrever e as nuances do relacionamento humano lhe escapam (afinal ele vem de uma sociedade bem violenta), e como ele é orgulhoso demais para admitir isso, ele tende a associar-se a pessoas que ele considera aptas nesses aspectos e deixa que eles tomem a frente para ver como se faz. Alias, tudo é uma novidade para ele, a cidade grande é cheia de prazeres e sensações novas para Padung. Juntando a sua mente aberta, o torna curioso e sedento por novas experiencias, sabores e experiencias. Contudo, para isso é preciso ter poder e dinheiro (isso foi uma das primeiras coisas que ele aprendeu dos humanos), logo ele aceitará se arriscar para ganhar dinheiro e reconhecimento, dando acesso aos prazeres mundanos desconhecidos para ele desde que isso não o leve a se afastar de sua missão pessoal. Se alguem for um facilitador para tudo isso e ainda for alguem que o impressione ou o divirta, ele rapidamente correrá o risco de ganhar a amizade de Padung (embora as noções dele de amor e amizade sejam um pouco diferentes do esperado, mas ele esta aprendendo rápido). Ele também tem um senso de humor sádico e altamente sem noção, se ele descobrir uma forma de matar alguem que ele não considere importante, de maneira divertida e que ele não seja culpado depois, ele certamente o fará.

Por fim, a característica contraria. Ela é aquela coisa que ninguém que veja seu personagem sendo interpretado, acredita quando lê a ficha do personagem. Talvez um pouco como a natureza e comportamento do antigo storyteller, mas nem sempre algo tão predominante ao personagem, afinal em alguns pode ser toda a razão motivacional e em outros apenas uma peculiaridade engraçada. No caso de Padung é altruísmo. Ele pode ser um meio-orc selvagem, seguidor de um espirito psicótico, filho de um líder surtado de uma comunidade dedicada a matar, mas ele é a figura do salvador. A maioria dos poderes dele é de cura, ele é consciente de que não importa como ele viva sua vida, sua função dada pelos espíritos é impedir uma grande destruição ao mundo, tanto dos orcs, como o dos humanos. E ele valoriza a ambos, mesmo que ele saiba que não possui um lugar de verdade em nenhum dos dois mundos, pois ele entende que o mundo é um lugar de conflitos e que estes forjam os espiritos que herdarão o cosmos. Ele confia cegamente nos espiritos lhe dizem e esta disposto a dar sua vida se necessário, embora ela prefira sobreviver.

 

Ai esta Padung, um dos heróis que enfrentará os desafios da cidade acorrentada. Espero que esse texto ajude a inspirar a criação de grandes personagens mundo afora, e se possível, digam o que acharam nos comentários. Até a próxima.

Novembro 20, 2008

Criação de personagem: Padung II

Arquivado em: Artigos, Fala dragão — dracobahamut @ 12:48 am

Eu sempre penso que um histórico de personagem deveria ser um auxilio para o mestre crie histórias envolvendo o personagem (ou pelo menos é essa a conclusão que tenho chegado ultimamente), voce pode atingir isso criando ganhos ou elaborando um clima que permita o mestre conhecer a essência do personagem que voce criou. Mas voce sempre tem de deixar espaço para a criação do próprio mestre, afinal não dá para contar a história toda sozinho apenas pelo histórico do seu personagem (tipo deixar ganchos de como sua familia criou a espada mais poderosa do mundo e te treinou por anos para usa-la para salvar o mesmo mundo).

Agora também não é necessário um romance de 1000 paginas nem um box inteiro de DVDs com vídeos gravados por voce contando tudo (embora fosse divertido). Apenas uma vaga idéia do que voce pensa sobre o personagem e seus conflitos já é o suficiente. Voltemos a Padung para exemplificar.

Padung é um xamã meio-orc, na minha concepção ele deve ter crescido entre Orcs, logo precisaremos de uma tribo. A tribo do escorpião escondido é uma tribo de orcs veneradores de escorpiões que vive nas partes mais escuras da selva, eles são sorrateiros e criam escorpiões gigantes para extrair seu veneno. Eles se dividem e 4 castas, as garras que são os guerreiros da tribo, os ferrões que são assassinos furtivos, as pernas que são os trabalhadores braçais e escravos, e o olho que são os xamãs. Apesar de pouco contato com o mundo exterior, a tribo do escorpião escondido comercializa com membros do submundo e com piratas uma parte da sua produção de veneno e algumas ervas especiais da selva, desse contato as vezes surgem mestiços que geralmente são sacrificados ao totem escorpião, contudo certa vez um xamã recebeu uma visão do escorpião sobre um mal que até mesmo o totem da tribo tinha medo, algo tão terrivel que nenhum guerreiro poderia derrotar e nenhum espirito aliado a tribo poderia proteger. Essa visão dizia que apenas um xamã que caminhasse entre os dois mundos poderia salvar a tribo, o xamã Parkrun então pegou uma escrava humana e fez um mestiço despojando da escrava logo em seguida, assim veio ao mundo Padung.

A tribo nunca soube lidar muito bem com um mestiço apesar da insistência de Parkrun de que ele seria importante para a sobrevivência da tribo, somente sua rápida habilidade em se comunicar com os espiritos em especial o próprio escorpião permitiram a sobrevivência de Padung. Parkrun tentou ao máximo permitir a vivencia de Padung entre os dois mundos de sua herança permitindo que ele convivesse com os escravos e tivesse contato com os poucos humanos que lidavam com a tribo, eventualmente Padung aprendeu sobre as cidades humanas e incentivado pelo escorpião decidiu que alguem com a missão de salvador, não poderia viver apenas entre assassinos cruéis e partiu para conhecer seu destino.

Pronto, nesse histórico existem inumeros ganchos e perguntas a serem respondidas apenas pelo mestre se seu interesse for (Qual o verdadeiro objetivo do escorpião com tudo isso ? O que a tribo e seu pai Parkrun pensam da partida de Padung ? O quê e quem é o mal que ameaça a tribo e o que Padung terá de fazer para evita-lo ? ) Assim como material para entender quem é o personagem e como ele chegou no começo da campanha. Claro que o personagem não é só isso, temos de definir melhor sua personalidade e características, mas isso é algo para o próximo post da seqüencia. Até a próxima.

Novembro 17, 2008

Criação de personagem: Padung

Arquivado em: Artigos, Fala dragão — dracobahamut @ 9:34 pm

Bom, hoje estou meio entediado, então vou falar sobre o personagem que estou criando para o jogo de Darth Lucas. Meu processo de criação de personagens é realmente um processo, então vamos por partes.

Eu começo minha idealização de personagens de acordo com um conceito geral do resultado que eu quero alcançar, no caso após assistir ao trailer de Diablo 3, fiquei animado com a ideia de um xamã/feiticeiro tribal que tivesse um pouco daquele ar de feiticeiro primitivo rogador de pragas, bem vudu e bem intimidador misterioso dos filmes do Tarzan e coisas do gênero. Ele deve ser todo pintado de preto com marcas brancas no rosto de corpo. Como arma lança e escudo, infelizmente a combinação espartana esta fora de cogitação já que ele tambem tem a missão de ser conjurador completo (e se possivel ser bom em curas), então eu me decidi por lança (spear) com escudo médio (na falta de um escudo de couro fica de madeira mesmo), a raça é meio-orc que é a minha favorita mesmo e para fortalecer esse lado selvagem dele.

O problema no entanto apareceu na classe, nenhuma das classes básicas combina muito bem com o conceito, só me restou procurar os suplementos e acabei com três possibilidades, Lamina Maldita, Xamã espiritual e Xamã draconico (do livro do jogador 2). Lamina maldita é interessante e eu sempre quis jogar, mas ele é arcano e no momento preciso de alguém que cure (embora combine muito o aspecto de jogar maldições e encostos). O xamã draconico é muito frente de combate e eu teria de alterar vários aspectos do meu conceito, eu estou muito a fim de testar a classe mas tive de guardar na gaveta. Por fim o Xamã espiritual, ele permite tudo que eu quero, o unico problema é que vários poderes de classes são muito especificos e podem diminuir minha capacidade de interação da campanha. Não pude perder a oportunidade, era isso ou um clérigo beeeem alternativo, vamos ter de fazer a sintonia com os talentos e escolher com bem cuidado. Falta só o nome, recorri as cartas Nothrogs de warlord e me lmebrei de Padrig que sempre achei um nome interessante, mas tambem é meio “mauricinho” para o meu conceito, queria algo exótico e orc, então peguei um nome de meio-orc do livro do jogador Vung e misturei e assim nasceu Padung, o xamã meio-orc. Mas isso é só o começo, no próximo post veremos o background do personagem.

Novembro 11, 2008

Rise of the Runelords – The Skinsaw Murders 2

Arquivado em: Relatório de jogo — dracobahamut @ 12:20 am

Bom, como dessa vez foi mais ou menos mais uma masmorra, não farei comentários individuais. Destaque para Eve e Cris que interpretaram muito bem suas personagens em relação ao que se passou por elas. O destaque negativo vai para os personagens que apesar de estarem contaminados por doenças aberrantes, fungos e mofos nefastos e assombrações atormentadoras, continuavam saltitantes e lépidos sem ao menos reclamar do incomodo de suas aflições. 

Experiência:

  • Adalton: Vincent (Humano Bardo 4, 9402xp) +3517xp = 12.919xp LEVEL UP !!!
  • Cris: Meirisiel (Elfa Ladina 4, 7900xp) + 3517xp  = 11.417xp LEVEL UP !!!
  • Darth Lucas: Gorchak (Humano Clérigo 4, 8144xp) + 3517xp  = 11.661xp LEVEL UP !!!
  • Eve: Seoni (Humana Feiticeira 4, 9402xp) + 3517xp  = 12.919xp LEVEL UP !!!
  • Hilton: Valeros (Humano Guerreiro 4, 9402xp) + 3517xp  = 12.919xp LEVEL UP !!!
  • Rafael Mota: Kyron (Humano Clérigo 4, 7900xp) + 3517xp  = 11.417xp LEVEL UP !!!
Espólios: Jogo de jantar de prata e cristal (1000 po), Picareta pesada obra-prima (magica não identificada), Navalha de guerra obra-prima (magica não identificada), Anel Foxglove de prata [7-29] (magico não identificado, Anel Foxglove de ouro [6-41] (magico não identificado), Mascara do perseguidor (magica não identificada), Roupa nobre extravagante masculina ( 200 po), retrato de Meirisiel improvisado (100 po), Chave Foxglove de cobre, Quadro de iesha (200 po), Pequena chaveiro de prata (10 po), Chave de ferro com opala (100 po), Chave de bronze leonina, Varinha Nobre de carvalho [4-25/+8] (magica não identificada).    
Recompensas: Nenhuma
Placar de Pecados :
  • Luxuria: Valeros 0
  • Inveja: Kyron 0
  • Ira: Valeros 1, Vincent 1
  • Vaidade: Gorchak 0
  • Preguiça: Vincent 0
  • Gula: Valeros 1
  • Avareza: Meirisiel 0

Novembro 5, 2008

Rise of the Runelords – The Skinsaw Murders 1

Arquivado em: Relatório de jogo — dracobahamut @ 11:12 am

Que beleza, tivemos a primeira sessão 100% Os assassinatos serra-pele e o jogo engrenou mesmo, estou gostando muito do clima que se esta criando em relação a campanha, vamos aos comentários individuais.

Adalton: Eu ainda mantenho a opnião de que vc ainda não conseguiu se encontrar com seu personagem, na confusão eu ainda não consegui tirar aquela duvida que eu tenho de quais são as magias de Vincent, porque dificilmente eu vejo ele lançar alguma. Ainda espero a historia.

Cris: Concordo com os comentarios feitos e gostei bastante dos esforços para corrigir os outros problemas, agora é só continuar evoluindo. 

Lucas: Preciso conversar com vc sobre o que Gorchak anda ensinado na cidade. Agora que existe uma historia estou começando a compreender melhor Gorchak que é um personagem muito dificil. Estou ansioso para ver como vc vai desenvolve-lo. 

Eve: Estou cada vez entendendo mais a sua Seoni, fico intrigado sobre como ela vê os individuos do grupo e as repercussões de suas ações.

Hilton: Me pergunto se Valeros aprendeu o jeito ninja de ser do Naruto, qualquer coisa ele esta se jogando de cabeça não importa o quão bizarra seja a situação. Fora isso estou achando bem legal seu esforço para deixar Valeros humano e não anão. 

Rafael: Parabens, Kyron na minha opnião é o personagem mais bem ritmado e crivel. Assim como Seoni eu gostaria mais de saber como ele vê como os outros personagens lidam com os problemas da vida de aventura, de certa forma Kyron é a consciencia do grupo.

Experiência:

  • Adalton: Vincent (Humano Bardo 4, 8427xp) +975xp = 9402xp 
  • Cris: Meirisiel (Elfa Ladina 4, 6925xp) + 975xp  = 7900xp
  • Darth Lucas: Gorchak (Humano Clérigo 4, 7169xp) + 975xp  = 8144xp 
  • Eve: Seoni (Humana Feiticeira 4, 8427xp) + 975xp  = 9402xp 
  • Hilton: Valeros (Humano Guerreiro 4, 8427xp) + 975xp  = 9402xp 
  • Rafael Mota: Kyron (Humano Clérigo 4, 6925xp) + 975xp  = 7900xp
Espólios: 3401 pp, chave foxglove, cigarro não identificado
Recompensas: Poderes legais na jurisdição de ponta de areia como assistentes do xerife, Dr. Erin Habe concede acesso a casa de repouso tanto para investigação quanto uso.
Placar de Pecados :
  • Luxuria: Valeros 0
  • Inveja: Kyron 0
  • Ira: Valeros 1, Vincent 1
  • Vaidade: Gorchak 0
  • Preguiça: Vincent 0
  • Gula: Valeros 1
  • Avareza: Meirisiel 0
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