Fala dragão !

Março 27, 2009

Podcasts e etc…

Arquivado em: Blogroll, Reviews — dracobahamut @ 1:43 am

Pois é, vamos falar um pouco da minha vida. Ultimamente eu tenho ouvido muitos podcasts já que como eu estou cada vez mais contra a pirataria, fico sem ter o que ouvir. Ainda estou conhecendo coisas na podcastosfera, mas tenho gostado bastante dos podcasts do Kombo Podcasts, eles são divertidos e ainda tem bastantes news para quem não tem tempo de ficar caçando. 

Meu inglês é bom o suficiente para ouvir podcasts 100% em inglês (a não ser em casos de sotaques extremos ou muito carregados de girias) mas nada me cativou o suficiente quanto os podcasts brasileiros (e olha que só conheço uns dois de RPG).

Então, qualquer sugestão estamos ai.

Maio 23, 2008

Indiana Jones e o retorno da franquia perdida

Arquivado em: Reviews — dracobahamut @ 12:04 pm

Ontem, assim como a irmandade do anel, formou-se uma comitiva para uma missão muito importante: Assistir Indiana Jones e o reino da caveira de cristal. Chegamos no Shopping cada um na sua e rapidamente nos aglomeramos no multiplex para sermos os primeiros na fila. Não vou mentir que eu fui assistir o filme com uma dor de estômago considerável, mas tudo pelo espírito nerd.

A primeira coisa que me chamou a atenção foi a lembrança de quando fui assistir a Ultima Cruzada. A verdadeira batalha campal para entrar no cinema. Na época era horrível, mas hoje em dia bate uma saudade… Mas essas coisas só são boas nas lembranças mesmo, se eu tivesse que ficar numa fila quilométrica para comprar um ingresso sem saber se ia conseguir sentar numa cadeira seria um saco.

Como eu não vou contar spoilers, vou me ater a minha impressão do filme. A primeira coisa foi o aspecto político-comercial. É incrível como o filme se preocupa com varias coisas alem de contar uma historia, o que os fãs vão dizer, o que os não fãs vão dizer, com o que eu posso ganhar dinheiro depois do filme. Claro que sempre foi assim, mas eu acho que antes havia uma maior preocupação em contar uma boa historia.

Ouvir o tema de Indiana Jones é sempre emocionante e anestesia a mente contra qualquer barbaridade irreal contra a física na tela. É Indiana jones !!! Se ele ou James Bond não fizerem ninguém pode fazer. E é um filme do Indiana Jones ao contrario do que eu temia em que tentariam forçar o cetro do filme para o Shia LeBeouf (que está mais mesmo para um parceiro adolescente, será um anuncio de como será o filme do TinTin ?). Claro que houveram criticas e coisas que eu preferia que fosse diferentes, mas a verdade que eu já sentia isso desde o templo da perdição, para mim apenas os caçadores da arca perdida tem 100% de aprovação.

Eu recomendo, é um filme de Indiana Jones não importa o que digam, o tempo passa e as pessoas mudam. Vale a pena o ingresso para se divertir e não para escrever um novo suplemento de RPG.

Novembro 8, 2007

Um detetive diferente

Arquivado em: Reviews — dracobahamut @ 11:26 am

Monk, um detetive diferente. Minha mãe adora esta série, e por isso os boxes de DVDs viraram um alvo facil para presentes de aniversario. Agora que estou de férias, finalmente me dei ao trabalho de assistir. Não que eu nunca tivesse assistido na TV, eu tambem gosto bastante da série, mas eu sempre acabei dando prioridade a outras coisas. E a opnião se mantem. A série é legal, muita gente se identifica porque todo mundo tem uma esquisitice. As situações são engraçadas, mas tambem tem muita coisa melhor no mercado. Se fosse alguns anos atrás, certamente poderia ser a minha série favorita, mas atualmente só é uma série prestigiada.

Para quem não conhece o enredo, Monk é um detetive com TOC (transtorno obssessivo compulsivo). Depois da morte da esposa, ele foi expulso da policia, mas por ser um detetive gênio (comparado a Sherlock Holmes, com quem mantem enormes paralelos, inclusive de ter um irmão mais esperto) sempre presta consultoria a policia nos casos mais complicados e estranhos. Como ele é cheio de fobias e problemas, ele sempre esta a tiracolo com uma enfermeira metida a Lois Lane que tambem é quase uma personagem principal de tão divertida. As soluções dos misterios são inteligentes e plausiveis (embora um tanto exóticas, algumas beirando o nivel Scooby-Doo de uma forma positiva) e é interessante ver como Monk se mete em terriveis confusões (eca, to parecendo anuncio de filme da globo) por causa das suas manias. Enfim, to começando a ver a terceira temporada, mas com certeza eu posso recomendar, se tiverem um tempo livre, vale muito a pena conferir.

O coração do reino 2

Arquivado em: Reviews — dracobahamut @ 3:52 am

Olha só quem resolveu aparecer caçadores de Xp… Eu !!! O blogueiro mais sumido de todos os tempos, tá certo que eu estou de férias, sem computador e “fazendo?” meu projeto final de conclusão de curso, mas isso não é motivo para parar de escrever. E estou bem atrasado nisso, por isso tentarei ser breve:

Kingdom Hearts II : Review por Bahamut.

Para começo de conversa, o jogo é melhor, maior e mais complexo que o primeiro. Encontramos mais personagens e as tramas se aprofundam bem mais. Quem gostou do primeiro certamente irá adorar o segundo. Eu me diverti muito jogando, tentando fazer pontuação nos mini-games e procurando segredos. Como todos sabem eu jogo devagar, por isso levei umas 70 horas para terminar o jogo (e isso contando que deixei coisas sem fazer, como vencer Sephiroth e etc…) a unica coisa ruim do jogo para mim foi o fato do terceiro nao ter saido já.

Tambem senti um certo vazio porque apesar de ser um segundo jogo, houve um Kingdom Hearts intermediario, o Chain of memories para o Gameboy. Se alguem disse que da para entender a historia sem jogar esse jogo ele estará dizendo a verdade, mas isso nao quer dizer que vc nao vai sentir falta dela, porque vai (tanto quanto vc sentiria falta da historia do primeiro jogo se jogasse o KH2 primeiro, alias, eu acho que vc se sente mais completo tendo jogado o KH:CoM e o KH2 do que jogando KH1 e o 2 e não jogando o KH:CoM.

A jogabilidade novamente nos brinda um otimo misto de RPG e Action Game, um pouco mais action do que Zelda ou Okami, mas ainda assim profundamente RPG. Tipo, uma pessoa que nao tenha muita coordenacao motora consegue terminar (de certa forma ele é mais facil que o primeiro) mas vai ter de grindar muito mais do que um pro.

Para quem se perde no enredo e no plot, esse jogo literalmente nos brinda com um organograma de ligações entre personagens. Logo, é facil relembrar quem é amigo de quem e quem é inimigo de quem com alguns acessos rapidos de menus. Tá tudo bem mastigadinho.

Por fim concluo recomendando o jogo para quem gosta de viajar no enredo de um jogo, e quem gosta de se divertir sem ter preconceito de estar liderando Pato Donald e Pateta contra Sephiroth.

PS: Temos de fazer um destaque para o mundo de Piratas do Caribe, a historia do filme e extremamente resumida e alterada para encaixar com o plot do momento, mas eu gostei mais de jogar lah do que no propio jogo de Piratas do Caribe. Deveriam haver mais crossover como esse em outras franquias … Já imaginou Os incriveis num KH futuro ? Por sinal serão + 3 muito em breve. Mas isso fica para a proxima.

Outubro 11, 2007

De volta ao coração do reino

Arquivado em: Reviews — dracobahamut @ 10:36 am

kingdom-hearts1.jpgkingdom-hearts1.jpgVamos começar pelo basico. Eu passei algum tempo jogando Kingdom Hearts. Não é a primeira vez, mas só agora eu realmente me dediquei a sentar e jogar o jogo do começo ao fim, e posso dizer que foi bom.

Tudo bem, o jogo tem $$$ inscritos nele todo, mas a execução é exemplar. A musica é envolvente, a historia agradavel, a jogabilidade é viciante e os personagens tem aquele que de resgate da infância perdida.

O jogo se trata da inusitada (e ualquer review desse jogo tem essa palavra) mistura da disney e a square, trazendo para o mesmo universo os personagens Disney e de Final Fantasy. A historia se remete a tres crianças (Sora, Riku e Kairi) que sonham em se aventurar por outros mundos quando o mundo deles é violentamente atacado e destruido pelas forças da escuridão. Durante o processo, Sora é aparentemente escolhido para ser o portador da Keyblade, a chave que pode abrir ou fechar os corações dos mundos para protege-los ou condenalos as forças da escuridão. Nisso, o mago real Donald, e o cavaleiro-mor Pateta, descobrem uma carta do rei Mickey dizendo que eles deveriam partir do mundo deles e encontrar e acompanhar o portador da chave. Rapidamente esses tres personagens se encontram e iniciam uma busca por diversos mundos da Disney por seus amigos desaparecidos e a verdade por trás das forças da escuridão.

O unico problema do jogo é que ele é curto (eu terminei em 50 horas, mas eu gosto de fuçar) pois é tão divertido que vc vai querer explorar todos os mundos em busca de todos os segredos. Mas isso se resolve nas inumeras continuações, quando novos mundos são explorados (eu já estou jogando KH2, quando eu zerar eu posto aqui) . Premio dragão dourado para esse aqui, vale a pena ser jogado por qualquer um que tenha tido a infancia embalada pela Disney.

Agosto 10, 2007

Review: Rise of the Runelords Player´s Guide

Arquivado em: Reviews — dracobahamut @ 9:13 pm

Gostaria de começar dizendo que a capa do livro é realmente muito legal, se eu fosse julgar um livro pela capa esse seria um dos que eu com certeza pegaria para ver o que tem dentro. É uma imitação de capa de couro com detalhes de metal que se um dia fizerem uma edição de luxo dessa forma eu ficaria tentado a gastar minhas gps nela.

Mas como diria aquela estilista dos Incriveis, o tempo das capas já passou, vamos ao livro. Com o fim da Dragon e da Dungeon na forma como conheciamos, eu imediatamente fiquei apreensivo com o destino das adventures paths, afinal era um matérial que eu estava gostando muito e de uma qualidade muito boa. Mesmo antes da Wizards dizer o que faria com as revistas online (algo que falarei em outro post quando estiver melhor informado) eu já havia embarcado na Pathfinder (a nova revista/livro que sucederá a dungeon como veiculo das adventure paths) da Paizo, isso mesmo este dragão que vos fala assinou em pré-venda com dois meses de antecedencia esta aposta da Paizo (a editora que publica as revistas Dragon e Dungeon), entre outras coisas eu resolvi apostar nesse quarto adventure path, não só porque o estilo de campanha deles é bem o meu gosto (rp sem esquecer espancamentos combados e hardcores) como a forma que as aventuras são apresentadas são tudo de bom.

Recentemente, recebi um mail de que teria acesso a baixar o pdf de uma especie de guia do jogador da quarte adventure path, Rise of the Runelords (A ascenção dos lordes das runas), achei o nome meio brega (pooo, depois de Shackled City, Age of Worms e Savage Tide esse nome parece nome de videogame da marvel) mas fui lá verificar. Baixei o pdf e ele tinha pifias 20 paginas, mas era de graça e era pequeno, então resolvi ler enquanto minha inspiração para um artigo que estou escrevendo não vinha. Mas gostei tanto do que li que não terminei ainda o artigo, mas já terminei de ler a traquitana. É bom, a apresentação é legal, as imagens intrigantes e legais, o clima é meio clean mas os mapas dão vontade de explorar aqueles lugares com nomes misteriosos (algo que eu não sinto desdos mapas de Mystara que vieram no Rule Cyclopedia) e o mesmo padrão da apresentação de NPCs com ilustrações de busto que a Dungeon Magazine.

Achei interessante como apresentação de jogadores a campanha, faz uma breve (e digo breve) porem de bom conteudo sobre a historia da região (Varisia) em que se passará a campanha, uma descrição das culturas, como as raças são vistas e distribuidas na região de Varisia. Um apanhado geral das classes, deuses do cenarios, tradições magicas, como as diferentes culturas veem cada classe etc… Tudo um rapido na medida certa para um jogador (caso existisse um que se dispusesse a ler) fazer um otimo background bem envolvido no cenario, é realmente estimulante e muito bem feito, alias eu adoraria que toda campanha que eu jogasse tivesse um troço desses (e realmente gostaria de ter tempo de escrever coisas assim).

Existe um pequeno conteudo mecanico e ai que vem o perigo no entanto. A maior parte dele é criativo e serve para dar cor ao cenario (como armas novas, talentos de background etc…), mas tem um unico talento daqueles que nenhum personagem teria porque não pegar e o livro quer que ele seja um talento bônus do tipo gratuito, pelos cabeças da hidra de ouro de guilherme Batman!! Se eu não entendi errado, ou essa campanha é ultra hardcore de dificil ou abriram as pernas legal, vamos ver depois se gera alguma polêmica quanto a isso.

Bom, esse foi meu primeiro review, até que não foi tão trabalhoso de fazer (tá certo que só foram 20 paginas) e acho que farei outros. Qualquer opnião e critica é só dizer. Xp para todos, até a próxima !

PS: Estou sem corretor de texto no meu computador, então perdoem os inevitaveis erros de português, vlw.

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